Sábado, 11 de Julho de 2009
Quarta-feira, 8 de Julho de 2009
aluguel da vida
Passada a Flip, faço como já se tornou costumeiro: uma pequena temporada na capital carioca, pra me reestruturar fisica e mentalmente. Não deixa de ser um retorno às raízes genéticas, já que meu pai é da gema, nascido em Duque de Caxias. E é sempre aquela mesma sensação, preciso estar mais aqui, viver destes lados, não sei se ainda morar, mas algo parecido, creio.
Também preciso ser menos preguiçoso e realizar aquele sonho de conhecer minha prima vedete, conhecida por aí como Virgínia Lane; ainda tomo coragem, quiçá, faço um documentário (em tempo). E nesta madrugada, a magia tomou conta, durante o Corujão da Poesia, pois eu não podia esperar que fôssemos, eu e o compadre Giovani Baffo (Pedro Tostes só deu uma passadela), finalizar a noite numa jam session com o Mestre Jorge, entoando seu clássico Taj Mahal, com variados artistas participando no mesmo microfone, de forma livre, popular, sincera. Um pouco do registro do fotógrafo Julio Pereira:
e a-forismos crônicos
Compadre´s dí Ogum
Vestido com as roupas e as armas de Jorge
Te te te te re te - Taj Mahal...
Giovani Baffo - a poesia é como o aluguel, voce paga um e já começa a dever o próximo...
Caco Pontes - a poesia é o aluguel da vida!
Faltou só uma foto deste que vos escreve, dividindo o microfone com Mestre Jorge, entoando a fala ritmada do poema A Kombi (meio rap), diluído na base de Taj Mahal, tocada pelo mano maranhense Glad Azevedo e cantada pelo próprio Ben. Eu e Baffo fechamos a noite na areia de Ipanema, dando aquela descontraída sob a névoa branca do fim de madrugada, sem precisar da galera do apito - se é que me entendem - compartilhando ideais e poesias de vida, de onde surgiu o pequeno diálogo descrito acima. Muita energia rolando por aqui. Saravá!
Também preciso ser menos preguiçoso e realizar aquele sonho de conhecer minha prima vedete, conhecida por aí como Virgínia Lane; ainda tomo coragem, quiçá, faço um documentário (em tempo). E nesta madrugada, a magia tomou conta, durante o Corujão da Poesia, pois eu não podia esperar que fôssemos, eu e o compadre Giovani Baffo (Pedro Tostes só deu uma passadela), finalizar a noite numa jam session com o Mestre Jorge, entoando seu clássico Taj Mahal, com variados artistas participando no mesmo microfone, de forma livre, popular, sincera. Um pouco do registro do fotógrafo Julio Pereira:
e a-forismos crônicos
Compadre´s dí Ogum
Vestido com as roupas e as armas de Jorge
Te te te te re te - Taj Mahal...
Giovani Baffo - a poesia é como o aluguel, voce paga um e já começa a dever o próximo...Caco Pontes - a poesia é o aluguel da vida!
Faltou só uma foto deste que vos escreve, dividindo o microfone com Mestre Jorge, entoando a fala ritmada do poema A Kombi (meio rap), diluído na base de Taj Mahal, tocada pelo mano maranhense Glad Azevedo e cantada pelo próprio Ben. Eu e Baffo fechamos a noite na areia de Ipanema, dando aquela descontraída sob a névoa branca do fim de madrugada, sem precisar da galera do apito - se é que me entendem - compartilhando ideais e poesias de vida, de onde surgiu o pequeno diálogo descrito acima. Muita energia rolando por aqui. Saravá!
Quarta-feira, 1 de Julho de 2009
*São nem lamentos básicos
Estamos bêbedos
Todos bêbedos
Elegantes, divertidos, exibidos, chatos
Falamos sobre saneamento básico
Básico!
Pensemos em dinheiro, negócios, whisky envelhecido, ócio...
Falemos do ocaso, descaso!? Não, não estamos prá isso;
compromisso + obra do acaso.
Investimento, divertimento, business, tipo vídeo game Super-Nes.
E o reconhecimento?
Fica prá mais tarde, pois o alarde do vício
não deixou entre nós, civilizados,
nenhum resquício.
*Publicado no meu 1o.livreto "Alternativas para vítimas alternativistas(2003)", que veiculei na 1a. FLIP. E agora lá vou eu pro mesmo evento lançar o 1o. livro, dando continuidade ao ciclo da resistência na poesia.
Todos bêbedos
Elegantes, divertidos, exibidos, chatos
Falamos sobre saneamento básico
Básico!
Pensemos em dinheiro, negócios, whisky envelhecido, ócio...
Falemos do ocaso, descaso!? Não, não estamos prá isso;
compromisso + obra do acaso.
Investimento, divertimento, business, tipo vídeo game Super-Nes.
E o reconhecimento?
Fica prá mais tarde, pois o alarde do vício
não deixou entre nós, civilizados,
nenhum resquício.
*Publicado no meu 1o.livreto "Alternativas para vítimas alternativistas(2003)", que veiculei na 1a. FLIP. E agora lá vou eu pro mesmo evento lançar o 1o. livro, dando continuidade ao ciclo da resistência na poesia.
Sábado, 27 de Junho de 2009
"O rei está morto, viva o rei"

Esta frase de um poema do Michel Melamed que utilizo como título da postagem, originalmente faz referência ao rei Roberto, mas como tem também Elviz, Pelé e cia. ilimitada, a bola da vez é o menino Michael.
Lembro-me que durante a infância, minha família de Pirituba (tias, padrinhos e vó), eram fãs de carteirinha daquele rapaz que vinha ascendendo estrondosamente, com seus hits que embalavam gerações sucessivas (dos Jackson Five à carreira solo), deixando-se influenciar a ponto de grudar um pôster enorme do figura na parede na época, época inclusive em que ele ainda era pretinho. Evidente que se extendeu até mim a tal admiração, bem como me tornei palmeirense - já que todos eles(as) torcem pro porco. Mas o grande lance é que ficávamos assistindo aos videoclipes do Michael, que eram verdadeiros filminhos virtuosos - então sem dúvida nesse sentido o cara foi revolucionário mesmo - e eu pirava nas danças do maluco, o que fazia com que minhas tias achavam extremamente "engraçadinho" e davam lenha mesmo pra eu (tentar) reproduzir aqueles passos um tanto peculiares. O lance é que o tempo foi passando, eu fui criando minhas próprias referências e continuei curtindo a musicalidade das coisas que ele sempre fez.
Cada vez mais tenho tentado distanciar a obra dum artista de sua vida pessoal, pois às vezes voce acaba se decepcionando quando tem a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente, por exemplo. Então, no caso do Michael, a mídia sempre pesou com as questões da sexualidade (suposta pedofilia), com a mudança de pigmentação (doença ou complexo), plásticas etc e tal. Mas é indiscutível o potencial de alguém que ganhou o mundo e depois foi se perdendo nele. Nesta trajetória admito que foi emocionante, pra mim, assistir o seriado que foi exibido pela Rede Globo (se não me engano) expondo a barra que foi sua criação, junto à sua família e como eu disse na postagem da Edith Piaf, esses artistas que se fodem muito enquanto crianças, pra depois se tornarem verdadeiros gênios tem um quê de excepcional mesmo, afinal de contas, que tipo de superação precisarão enfrentar Sandy & Jr, KLB, Felipe Dylon (nunca mais ouvi falar dele) e toda a turminha da categoria? Veja bem, não é querendo defender aquele discurso do intelectual arrogante, pois em alguns destes casos citados acredito que tem músico bastante estudado, quiçá talentoso, tipo a Sandy que canta bem, mas isso não tira a total facilidade que eles tiveram prá ser o que são, né?
Enfim, dentre outras coisas, o mano Chacal escreveu umas coisas bacanas, em verso, prosa poética (ficou bem inspirado, hein Ricardo!), lá em seu blog e sem dúvida o que mais deve rolar no momento é homenagem em cima de homenagem, então, nos shows que faremos com o Experimento Prosótypo hoje, provavelmente vai rola algo do tipo Billie Jean, se pá algum outro clássico do rei do pop. Pra saber mais sobre esta nossa empreitada maloqueirística, acesse o blog: www.poesiamaloqueirista.blogspot.com
Quinta-feira, 18 de Junho de 2009
do centro às beiradas
Estávamos lá (eu e berimba) no apartamento do compadre Heyk Pimenta, em dezembro passado, Santa Teresa-Rio, quando uma galera reunida ordinariamente, pra beber, comer, fumar, sorrir, (de)clamar se ins-pira e traz à tona, este eixo que nos liga ideológica e culturalmente. Diversos poetas, compositores e artistas plásticos querendo ver alguma coisa acontecendo nestas "estradas já gastas do século XXI". A afinidade foi forte logo de cara; no primeiro momento é como nos reality shows da vida, tudo é divino, maravilhoso! Depois a coisa se torna prova de superação, naturalmente. Voltamos à rotina desvairada da babilônica paulicéia, comunicação por e-mails, convite à uma pá di gente pra entrar na onda: uma espécie de selo editorial cooperativo de publicações a custo popular (investimento e venda), com proposta de distribuição em locais não-convencionais e inusitados. Pra muitos que receberam o convite na época (começo deste ano), creio que pareceu mais um desses projetos de antologias caça-níqueis da rede; mas como disse lá em cima: coisa de geração, movimentação, diálogo, faça voce mesmo (o seu barulho) e dê risada dos vivos que já se consideram canonizados, ou que consideram os artistas de rua pedintes, limitando-se a viver em guetos pseudo-alternativos e/ou inseridos no esquemão de mercado. Pra calar qualquer dúvida ou des-confiança, eis que chega EIXADA - Eixo + Enxada. Labuta em território nacional. Sim, já na primeira edição do projeto entraram figuras de regiões variadas, nesta descentralização de eixos brasileiros. Acredito que isto seja algum tipo de posição política na produção artística, sem apelo social pra lavar dinheiro das grandes instituições interessadas em incorporar. Corporações. Nós, os corpos, independentes, menos corrompidos e - por enquanto - contraditórios. Resultado. Dançamos em meio à multidão, porque apesar de fazermos carnaval, a alienação não nos afetou totalmente, mesmo praquela arrogância intelectual que legitima a feitura de versos e sonhos. Não quer dizer que sejamos pós-adolescentes rebeldes anti-patrocínio; é óbvio que queremos a grana dos caras que dão as cartas, mas por aqui o negócio não é domesticado, só pan & circo. Não há discurso, mas ação. Já tem bastante político pra ocupar palanques e dar tapinhas nas costas, promover a inclusão social e faturar as cifra$ que são leiloadas no banco do filão social. Estamos na mídia, as mídias táticas que quisermos estar. O negócio continua sendo ir aonde o povo está. Mambembe pós-moderno(?). A cáravana segue e os cães não abrem mão de roer o osso, alaridar. Seguimos adiante, pois o jogo está empatado e não pode parar... Aguardem!
Quinta-feira, 4 de Junho de 2009
pequeno pardal
Ontem assisti Piaf - Um hino ao amor. Conta a estória da cantora francesa Edith Piaf, que recebeu este sobrenome artístico de um produtor da época, onde comparava sua voz à de um pássaro. O relato biográfico de tal cantora é apresentado em recortes que variam entre infância, juventude, consagração e decadência (embora este último ítem citado caminhou em sua trajetória desde sempre). Eu fico impressionado com dramas na vida de artistas (evidente que o que mais tem é gente anônima sofrendo horrores nesse mundo cão também), que vivem a miséria na sua potência mór e acabam conseguindo ser ouvidos pelo mundo todo, por conta da iluminação que recai sobre suas caminhadas. Notei que isto ocorreu quando li biografias de Dostoievski, ou mesmo do Charlie Chaplin, sabendo que assim como eles, existiram tantos outros que não tinham perspectiva alguma, mas que parecem ter nascido predestinados ao sucesso, embora apesar disto, não deixa de ser inerente e notável uma melancolia que permanece no âmago destes indivíduos e reflete no olhar triste e distante. E é muito interessante perceber, no caso da Edith por exemplo, o quão duradoura é a identidade com as raízes, pois ela que teve sua criação em bordel, circo e no início da sua independência, tornando-se cantora de rua, chegando às primeiras aparições de massa, embebedando-se nas festas, dando vexame e agindo como se ainda estivesse frequentando os clubes sujos e mal freqüentados de sua essencial marginalidade. Isto não se extendeu por toda a vida, tem uma cena que ela sai pra comer com seu namorado e não gosta do lanche, num lugar simples para o qual ele a convida, e então ela transfere o jantar pra um restaurante de elite, com um bom vinho e tal. A convenção social acompanha o processo de reconhecimento, fama e dinheiro, mas a fúria interior e as deficiências causadas pela sensibilidade de espírito, acompanham-na até o fim de seus dias. Muito bacana quando já quase no fim do filme (e da carreira) aparecem uma dupla de compositores, com uma música que marcaria pra sempre a sua missão de embalar plateias de todas as gerações, chegando inclusive a fazer ruído na nossa, atual século XXI. Um show de interpretação da atriz Marion Cotillard. Nessas horas parece que a entidade é incorporada!
Sexta-feira, 29 de Maio de 2009
Terça-feira, 26 de Maio de 2009
atrasado
delírios diários
o cotidiano, coitado(!)
de passagem no contra-fluxo
entre buzinas e carros
encontram-se sentimentos
à venda(!!)
enquanto durar estoques
mas só se o preço for barato(!!!)
e a reação, torpe
o cotidiano, coitado(!)
de passagem no contra-fluxo
entre buzinas e carros
encontram-se sentimentos
à venda(!!)
enquanto durar estoques
mas só se o preço for barato(!!!)
e a reação, torpe
Quinta-feira, 21 de Maio de 2009
Icamiaba
A parceira Déborah Goldemberg, que lançou recentemente a ficção Ressurgência Icamiaba, pela Demônio Negro, irá apresentar uma performance cênica com trechos do mesmo livro, que conta a estória de Iara e Kianda, inspirado em lendas amazônicas, botos, sereias e outros mistérios. Pois, então, ela resolveu me convidar pra dirigir este pocket, que também terá a participação da Bárbara - nos balabares e ilusionismo - moça esta que ajuda sua família a organizar o Centro Lírico Literário IX de Novembro, que é aonde vai rolar a apresentação da Déborah, intercalada em 3 atos, no evento tradicional de quintas que rola por lá, envolvendo também apresentação de Jazz ao vivo. O couvert de R$12,48 é opcional e o evento começa, segundo organização do próprio espaço, pontualmente às 21h37. Fica na região dos Jardins, uma travessa da Augusta, pra baixo do Cinesesc. Também farei uma introdução, lendo o texto da quarta-capa do livro.


Local: Centro Lírico Literário IX de Novembro
Alameda Tietê 90 - casa 03
Tel. 3085-8715
liege@liegemonteiro.com.br
http://br.groups.yahoo.com/group/centroliricoeliterario
Segunda-feira, 18 de Maio de 2009
Zapeando
A Cibele Lucena que tem feito o registro das noites SLAM, denominado ZAP, no Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, enviou algumas fotos das edições de abril e maio. O evento teve início em dezembro passado e por enquanto só faltei à 2a.edição. Em abril, Chacal pintou lá e Pilar foi a Zapeã. Neste último eu estava indo no intuito de ser jurado, mas como choveu muito e tava meio desfalcado de participantes, acabei batalhando solicitado por Roberta e Xuxu. Até o próximo!
ZAP!
Xuxu e os resultadosE lá estão os companheiros em cartaz com este espetáculo que reestreiou pra curta temporada. E o preço do ingresso tá bem popular. Se acheguem!
Quinta-feira, 14 de Maio de 2009
1, 2, 3: ZAP!

Hoje serei jurado do ZAP_Slam brasileiro. Acontece toda 2a. quinta do mês no Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, é organizado pelos parceiros Roberta Estrela D'alva e Ícaro Rodrigues (que também reestreiou com a peça Cindy Hip Hop, no mesmo espaço). Na faixa e quem quiser, é só chegar!
E hoje, à 00h10 tem reprise do programa Entrelinhas, na TV Cultura, onde rolou uma breve aparição da performance que apresentei no Sarau das Poéticas Indígenas, mês passado, na Casa das Rosas.
Terça-feira, 12 de Maio de 2009
Show de bola

Hoje vamos agitar o baile com o Experimento Prosótypo - projeto da Poesia Maloqueirista - onde posso desenvolver minha pesquisa poéticApoteótica. Tá muito massa o resultado de nossos últimos ensaios, com nova roupagem, mais dançante e a companheira Aline Binns chegando junto para dar o ar da sua graça, em meio a 7 marmanjos. O evento (e espaço) onde a coisa vai acontecer também é muito bacana e chega à sua 3a. edição. Vale a pena colar no rolê! Aquele abraço.
Sábado, 9 de Maio de 2009
CB & Baleiro, na faixa, hoje
Hoje meu parceiro Celso Borges se apresenta ao lado de seu parceiro Zeca Baleiro, com entrada franca, na Biblioteca Alceu Amoroso Lima, em Pinheiros. O Celso ou CB, como lhe chamam os amigos, fez o texto de orelha do meu livro e é um Maranhense porreta por demais, que escreve, declama e musica muito bem os seus poemas. Estarei lá prestigiando e divulgando O incrível acordo entre o silêncio & o alter ego.
A partir das 18h30, grátis (chegar mais cedo pra retirar ingresso)
E o CB deve voltar a viver em sua terra natal - a ilha - em breve. Bom por um lado, ruim por outro. Vai deixar saudades! Esta foto foi feita pela nossa amiga Fernanda Castello Branco, em dezembro passado, no lançamento de meu livro, no Espaço dos Parlapatões. Salve, poeta!
Mais informações sobre o evento, que vai continuar reunindo outros poetas e compositores, no mesmo formato, acesse o blog do camarada Ademir Assunção, que organiza a parada: http://zonabranca.blog.uol.com.br
A partir das 18h30, grátis (chegar mais cedo pra retirar ingresso)
E o CB deve voltar a viver em sua terra natal - a ilha - em breve. Bom por um lado, ruim por outro. Vai deixar saudades! Esta foto foi feita pela nossa amiga Fernanda Castello Branco, em dezembro passado, no lançamento de meu livro, no Espaço dos Parlapatões. Salve, poeta!Mais informações sobre o evento, que vai continuar reunindo outros poetas e compositores, no mesmo formato, acesse o blog do camarada Ademir Assunção, que organiza a parada: http://zonabranca.blog.uol.com.br
Terça-feira, 28 de Abril de 2009
Filó_Sophia
Sábado, 25 de Abril de 2009
Olho no lancê
Jogo decisivo pra nação maloqueirista.
Mais caloroso que final de campeonato.
De volta na área.
Se derrubar, é penâlty!
Mais caloroso que final de campeonato.
De volta na área.
Se derrubar, é penâlty!
Assinar:
Postagens (Atom)













